
Créditos: Fotos retiradas da página de Facebook do SC Braga
No conto da primeira parte, o Braga foi a equipa que melhor entrou no jogo. Os homens de Carlos Carvalhal entraram com vontade de pegar na batuta do jogo e, por momentos, surpreenderam um pouco os encarnados face à investida precoce. Logo após estes primeiros minutos de forte intensidade da equipa da casa, os encarnados pegaram no jogo, isto com a necessidade de responder ao seu adversário, e foram várias as fases em que conseguiram chegar à baliza de Matheus com perigo, sendo que numa delas até viriam a marcar, no entanto, o golo viria a ser anulado por mão na bola de Vertonghen.
Antes do termino da primeira parte o Braga ainda viria a fazer balançar as redes encarnadas, por intermédio de Iuri Medeiros. Este que, através de um livre direto, bateu a defesa encarnada – Odysseas fica mal na fotografia, tendo em conta que a bola acabou por entrar numa zona que deveria ter sido premeditadamente controlada por ele.
Após o regresso dos balneários, ambas as equipas entraram na segunda parte com muito maior dinamismo e capacidade para criar jogo. Foi uma segunda parte de grande nível que permitiu a quem estava no estádio, e em casa, ver três golos. O primeiro conjunto a fazer balancear as redes na segunda parte, e pela segunda vez no jogo, seria o Braga. Numa jogada fabricada pelos irmãos Horta, Ricardo viria a assistir para o seu irmão, André, marcar o segundo do Braga.
Os “guerreiros do minho” ainda viriam a a ameaçar a defensiva encarnada e, por momentos, chegaram mesmo a dar a ideia de que mais depressa chegariam ao terceiro golo que as águias, onde num remate cruzado de Vitinha valeria Odysseas aos visitantes.
Na necessidade de uma reação urgente o treinador do Benfica, Nélson Veríssimo, colocou toda a carne no assador e apostou tudo numa tripla substituição. Após este reforço, e numa das investidas dos encarnados, num cruzamento de Diogo Gonçalves, André Horta viria a desviar a bola com o braço, o que culminaria numa grande penalidade que Darwin não viria a desperdiçar, ao converter de forma sublime. Nem três minutos se tinham passado e João Mário, um dos homens lançados em campo, viria a fazer o golo que estabeleceria a igualdade no marcador.
Na necessidade de estancar esta pressão que o Benfica vinha a realizar, Carlos Carvalhal, o treinador dos minhotos, coloca em campo Castro, um médio com capacidade de cobrir terreno e muito competente no plano defensivo, e Francisco Moura, este na necessidade de revitalizar, aliado de alguma frescura, o lado esquerdo da defesa do Braga – sentido pelo qual teriam vindo os dois ataques encarnados que culminariam nos golos.
Ao exercer estas mudanças na sua equipa, o treinador do Braga deixava algo bem claro: a busca do resultado. E como quem procura, aos 79 minutos, numa resposta imediata, os caseiros viriam a adiantar-se no marcador, num cruzamento de Musrati (que realizou um enorme jogo) para o desvio, ao segundo poste, de Vitinha. Um lance em que a defesa do Benfica dá a impressão de ser mal batida, no entanto, no qual não se pode deixar passar em branco a movimentação do jovem avançado português, que com sentido de oportunidade (faro de golo) e num movimento simples, mas nada fácil de execução, viria a fuzilar a baliza de Odysseas, naquele que seria o 3-2 final.
Até ao final do jogo Carlos Carvalhal ainda viria a lançar o jovem médio Berna, numa estreia que o jovem braguista, certamente, jamais esquecerá!
Este terá sido um resultado que assenta bem àquilo que o jogo foi e que serve como incentivo para o embate de quinta-feira perante os escoceses do Rangers, no seu reduto. Já o Benfica, após este resultado negativo que o distancia cada vez mais do primeiro lugar, irá receber os ingleses do Liverpool.
De regresso aos jogos do campeonato, neste caso a 28º jornada, o Braga e o Benfica, os dois representantes europeus nas competições europeias, defrontaram-se em Braga para um embate que se antevia de grande qualidade. O resultado foi de 3-2 a favor dos “guerreiros do minho”.
No conto da primeira parte, o Braga foi a equipa que melhor entrou no jogo. Os homens de Carlos Carvalhal entraram com vontade de pegar na batuta do jogo e, por momentos, surpreenderam um pouco os encarnados face à investida precoce. Logo após estes primeiros minutos de forte intensidade da equipa da casa, os encarnados pegaram no jogo, isto com a necessidade de responder ao seu adversário, e foram várias as fases em que conseguiram chegar à baliza de Matheus com perigo, sendo que numa delas até viriam a marcar, no entanto, o golo viria a ser anulado por mão na bola de Vertonghen.
Antes do termino da primeira parte o Braga ainda viria a fazer balançar as redes encarnadas, por intermédio de Iuri Medeiros. Este que, através de um livre direto, bateu a defesa encarnada – Odysseas fica mal na fotografia, tendo em conta que a bola acabou por entrar numa zona que deveria ter sido premeditadamente controlada por ele.
Após o regresso dos balneários, ambas as equipas entraram na segunda parte com muito maior dinamismo e capacidade para criar jogo. Foi uma segunda parte de grande nível que permitiu a quem estava no estádio, e em casa, ver três golos. O primeiro conjunto a fazer balancear as redes na segunda parte, e pela segunda vez no jogo, seria o Braga. Numa jogada fabricada pelos irmãos Horta, Ricardo viria a assistir para o seu irmão, André, marcar o segundo do Braga.
Os “guerreiros do minho” ainda viriam a a ameaçar a defensiva encarnada e, por momentos, chegaram mesmo a dar a ideia de que mais depressa chegariam ao terceiro golo que as águias, onde num remate cruzado de Vitinha valeria Odysseas aos visitantes.
Na necessidade de uma reação urgente o treinador do Benfica, Nélson Veríssimo, colocou toda a carne no assador e apostou tudo numa tripla substituição. Após este reforço, e numa das investidas dos encarnados, num cruzamento de Diogo Gonçalves, André Horta viria a desviar a bola com o braço, o que culminaria numa grande penalidade que Darwin não viria a desperdiçar, ao converter de forma sublime. Nem três minutos se tinham passado e João Mário, um dos homens lançados em campo, viria a fazer o golo que estabeleceria a igualdade no marcador.
Na necessidade de estancar esta pressão que o Benfica vinha a realizar, Carlos Carvalhal, o treinador dos minhotos, coloca em campo Castro, um médio com capacidade de cobrir terreno e muito competente no plano defensivo, e Francisco Moura, este na necessidade de revitalizar, aliado de alguma frescura, o lado esquerdo da defesa do Braga – sentido pelo qual teriam vindo os dois ataques encarnados que culminariam nos golos.
Ao exercer estas mudanças na sua equipa, o treinador do Braga deixava algo bem claro: a busca do resultado. E como quem procura, aos 79 minutos, numa resposta imediata, os caseiros viriam a adiantar-se no marcador, num cruzamento de Musrati (que realizou um enorme jogo) para o desvio, ao segundo poste, de Vitinha. Um lance em que a defesa do Benfica dá a impressão de ser mal batida, no entanto, no qual não se pode deixar passar em branco a movimentação do jovem avançado português, que com sentido de oportunidade (faro de golo) e num movimento simples, mas nada fácil de execução, viria a fuzilar a baliza de Odysseas, naquele que seria o 3-2 final.
Até ao final do jogo Carlos Carvalhal ainda viria a lançar o jovem médio Berna, numa estreia que o jovem braguista, certamente, jamais esquecerá!
Este terá sido um resultado que assenta bem àquilo que o jogo foi e que serve como incentivo para o embate de quinta-feira perante os escoceses do Rangers, no seu reduto. Já o Benfica, após este resultado negativo que o distancia cada vez mais do primeiro lugar, irá receber os ingleses do Liverpool.
